Sou mãe atípica do Antônio e típica da Helena. Diante de uma sociedade que ainda exclui, transformei minha vivência diária em um protocolo real: o TEA 720 prepara clínicas, hotéis fazenda e lojas para acolher pessoas autistas e suas famílias com segurança, previsibilidade e dignidade.
Crianças brasileiras de 5 a 9 anos têm diagnóstico de TEA, segundo o Censo IBGE 2022 — não é exceção, é rotina.
É a taxa média de no-show em clínicas no Brasil — parte relevante ligada a ambientes despreparados para crises sensoriais.
Dados públicos de retorno (ocupação, recorrência, receita) divulgados por selos genéricos de "amigo do autista" — em saúde, hotelaria ou varejo.
"Que seja respeitada a individualidade e a singularidade de cada um. Que olhemos para os outros pelo que cada um dá conta de fazer — e não pelo que falta."BÁRBARA GAMALIEL — FUNDADORA DO TEA 720
A pessoa autista não chega sozinha — chega com uma família em estado de alerta. Por isso o protocolo olha pra fora e pra dentro do consultório, do hotel fazenda ou da loja ao mesmo tempo.
Perfil sensorial, histórico de comunicação e adaptação da jornada antes do atendimento — pra anular o gatilho de crise antes que ele aconteça.
Agenda, fluxo de recepção e treino de comunicação terapêutica para toda a equipe — do balcão ao consultório, da cozinha ao passeio a cavalo.
Eu não aprendi isso em treinamento de RH. Vivo isso, todos os dias.
15 anos de gestão executiva, MBA em Gestão Estratégica e especialização em Qualidade de Vida no Trabalho me deram o domínio de processo, fluxo e indicador.
Mas quem sabe onde o processo realmente quebra é a mãe no balcão de atendimento — que sou eu, todos os dias, com o Antônio. É essa vivência que virou o protocolo TEA 720.
O primeiro passo é uma conversa de 15 minutos. Sem compromisso, direto no WhatsApp.
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